Convergente

Edição: 1
Editora: Rocco
ISBN: 9788579801860
Ano: 2014
Páginas: 528
Sinopse: A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. No poderoso desfecho da trilogia Divergente, de Veronica Roth, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. Livro mais vendido pela Amazon no segmento infantojuvenil em 2013, Convergente chega ao Brasil em meio à expectativa pela estreia de Divergente nos cinemas, em abril. A série segue no topo na lista de bestsellers do The New York Times.

Se teve uma série que me prendeu com a cara nos livros nesses últimos meses, essa série foi Divergente. Li os dois primeiros livros no ano passado e comprei meu exemplar de Allegiant na pré-venda, pois queria lê-lo antes de sair a versão em português. Meu livro chegou no finalzinho de outubro, mas eu só comecei a pegar nele pra ler em dezembro. Desse tempo pra cá, fiz uma leitura muito arrastada. E olha que eu não tenho problemas em ler em outro idioma, mas sabe quando você não consegue se situar na história? Acho que o fato de estar entrando em contato pela primeira vez com aquele universo em inglês me atrapalhou um pouco, especialmente pelos nomes das facções. Daí resolvi quebrar minha vontade de lê-lo em inglês e comprei o livro em português e o devorei de uma forma que vocês não tem noção (só no 1º dia de leitura foram 200 páginas lidas).

Antes de tudo queria abrir um parêntese com relação ao título inglês/português. Soube que foi realizada uma votação pra escolherem o título para nossa versão. Allegiant vem de allegiance (lealdade) e faz todo sentido dentro do contexto do livro em inglês. Já Convergente… Só rima com os outros. Não achei que fizesse tanto sentido assim com a história.

Sobre o livro. Dessa vez a história é narrada sob o ponto de vista da Tris e do Tobias. Ouvi algumas pessoas falarem que tiveram problemas em saber quem estava narrando, já que é muito parecido a forma com que eles falam. Em alguns momentos eu também achei um pouco confuso, especialmente quando os dois estavam no mesmo cenário. Geralmente eu me confundia mais quando era o Tobias narrando, já que fomos acostumados com a Tris.

Convergente começa onde Insurgente acabou, com todo o bafafá do vídeo da Edith Prior e que existe algo muito maior do que eles imaginam. O livro mostra a busca por esse algo a mais que existe e eles não sabem e aí somos apresentados a um grupo chamado de “Leais” (olha o sentido do título em inglês aí gente!) que querem sair da cidade e ir descobrir o que há fora dali e Tris e cia se unem a eles e partem em busca dessas respostas.

Já fora da cerca eles começam a achar respostas para tudo que eles viveram. Se tínhamos um conceito sobre eles, em Convergente esse conceito acaba mudando, pois é explicado o porquê disso tudo. Eles são apresentados ao mundo exterior e veem que existe algo a mais do que eles imaginavam e que existem outros lugares no mundo além de Chicago. Enquanto somos apresentados a novos personagens e realidades, histórias desse mundo de fora são relatadas e não sei porque, mas tudo me remeteu a ideias da 2ª Guerra Mundial.

O livro nos mostra um pouco da história da mãe de Tris e Caleb, como o poder pode transformar uma pessoa, já que a mãe do Tobias, a Evelyn está uma tirana tão maluca quando a Jeanine era (btw, a Kate Winslet comparou a personagem dela com o Hitler), vemos a relação de amizade entre a Tris e a Christina, a aproximação da Cara aos personagens principais e a ainda estranha relação entre Tris e Caleb, já que ela ainda o considera um traidor.

Quanto ao fim? Bem, eu já sabia o que iria acontecer pois vi várias pessoas dizendo que não iriam ler o último livro por conta do final e eu, apesar de odiar spoilers, fui atrás desse porquê. Confesso que quando eu li não me revoltei tanto quando as pessoas, até achei coerente e enquanto estava lendo, já estava preparada psicologicamente para tudo e com o passar da história vi como realmente iria acontecer (quando eu li, o artigo estava em inglês e só dizia o porquê e quando, mas eu não sabia como tudo convergiria para esse ponto). Me emocionei um pouco, mas não tanto quanto o pós-fato.

É uma série que vale a pena ler? Sim, apesar dos altos e baixos (Divergente é melhor que Insurgente, que não é tão bom assim quanto Convergente). E agora é esperar ansiosamente pelo filme de Divergente que chegará nas telas do Brasil em menos de 2 semanas!!!

;*

FUI!!!

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  • Deny Nascimento

    Oi Rê,

    Quero lerrrrr todos!!! E para isso eu não vou assistir ao filme, sempre que faço isso acabo perdendo a vontade de ler o livro!

    Beijos

  • Mari Cruz

    gente, tô de cara… nunca ouvi falar desse livro! tô tão desatualizada assim? e olha que eu leio bastante…
    bom, fiquei curiosa depois que li sua resenha, acho que quero pra mim tb 😛
    bjos